Até a 2ª série é comum que as crianças façam confusões ortográficas porque a relação com os sons e palavras impressas ainda não estão dominadas por completo. Porém, após estas séries, se as trocas ortográficas persistirem repetidamente, é importante que o professor esteja atento já que pode se tratar de uma disortografia.
A característica principal de um sujeito com disortografia são as confusões de letras, sílabas de palavras, e trocas ortográficas já conhecidas e trabalhadas pelo professor.
Caraterísticas:
- Troca de letras que se parecem sonoramente: faca/vaca, chinelo/jinelo, porta/borta.
- Confusão de sílabas como: encontraram/encontrarão.
- Adições: ventitilador.
- Omissões: cadeira/cadera, prato/pato.
- Fragmentações: en saiar, a noitecer.
- Inversões: pipoca/picoca.
- Junções: No diaseguinte, sairei maistarde.
Orientações:
Estimular a memória visual através de quadros com letras do alfabeto, números, famílias silábicas.
Não exigir que a criança escreva vinte vezes a palavra, pois isso de nada irá adiantar.
Não reprimir a criança e sim auxiliá-la positivamente.
Fonte: www.psicopedagogiabrasil.com.br
Hoje é dia do Sagrado Jejum de Sri Parama Ekadasi. 11/06/2026 quinta-feira
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Há uma semana
Paty, sou psicopedagoga, estou atendendo um garoto de 7anos com dificuldade de aprendizagem,fiz anamnese, eoca e agora estou aplicando as técnicas pareja educativa, me foi enviado pela APAE, pois a psicóloga acha que é dislexia, e esse garoto teve encefalia ao nascer, quero dar diagnóstico acertado, com muita responsabilidade,essa criança é muito inteligente, daí ao pesquisar sobre os transtornos me deparei com o teu blog,o qual achei muito bom, parabéns! obrigada.
ResponderExcluirFico feliz pelo Blog ter contribuído na sua pesquisa. Um forte abraço!
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